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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Minhas experiências Paranormais.

 De: Yusuke

 Como eu ainda tenho um tempo sobrando pra encerrar as postagens da madrugada... E tô sem sono, vou então contar experiências fora do normal que ocorreram comigo.

 Desde pequeno sou espírita Kardecista (mas respeito todas religiões e crenças, apesar de não ter uma religião específica).

 Quando tinha meus 15 anos, descobri que eu sou sensitivo, pois durante a noite eu acordava devido a sentir a presença de alguém próximo de mim.

 Quando se trata de espírito bom, eu me sinto bem tranquilo e chega até me dar sono... Quando são mals, eu sinto uma sensação de angústia, tristeza, e tenho terríveis calafrios.

 Ainda na adolescência, eu durmia em um quartinho ao lado de um corredor que dá acesso a cozinha. Eu escultava quase toda noite, passos indo e vindo... Escultava vozes também de pessoas conversando, e em outras ocasiões estas vozes me alertavam quando estava deitado a não olhar para o lado, e imediatamente eu sentia presenças terríveis.

 Certo dia, dormindo em outro quarto, esse quarto tem a porta que dá de frente a cozinha. Uma certa madrubada (mais de 3:00 hrs), eu abro meus olhos e vejo na cozinha, sentado em uma das cadeiras da mesa, um homem bem vestido, de terno branco. Ele estava de cabeça baixa apoiada pelo seu braço esquerdo, como se estivesse lendo algo, ou apenas meditando.

 Fiquei vários minutos observando a figura, até pegar no sono novamente.
Já presenciei um enorme cachorro andando pela casa de madrugada, e já cheguei a ir atrás dele, mas ele sempre desaparecia na sala de casa.

 Hoje eu continuo sendo sensitivo, e em boa parte das noites em que estou postando aqui ná página, eu sempre sinto a presença de alguém do meu lado. Tem dias que tenho de me agasalhar, de tanto é o frio que sinto devido a presença... Tem dia que é uma presença pacífica e não me causa nada.

 Aprendi a conviver com isso, e também com as aparições que ocasionalmente ocorrem (as ultimas são de uma lebre que eu criava que acabou morrendo), hora ou outra eu vejo o vulto dela andando pela casa.

 Estas são "por enquanto" as minhas experiências paranormal.
Espero que se você tenha alguma, envie pra gente no e-mail: tenebrosoficial@gmail.com - iremos postá-la e manteremos sua identidade será sigilosa.


terça-feira, 18 de junho de 2013

A Mulher do Algodão.

 Na década de 70, um fantasma com característica muito particulares ganhou as manchetes dos jornais. A aparição se apresentava como uma mulher loura com algodão na boca, ouvido e nariz. Aterrorizava as crianças que frequentavam os banheiros de escolas públicas ou particulares. Quem era estudante naquela época sabe que a apavorante assombração também esteve presente em muitos pesadelos... Veja aqui uma reportagem publicada no Diário de Pernambuco agosto de 1978 que descreve momentos de pânico provocados pela "Mulher do Algodão".

 O fantasma de uma mulher loura de cabelos longos, algodão na boca, ouvidos e nariz, está apavorando os moradores dos bairros do Centenário e Vila São Luiz em Duque de Caxias. Segundo alunos do Colégio Ana Laura , na rua Mário Reis, e da Escola Estadual Irineu Marinho, na rua Otávio Ascoli, a mulher apareceu causando grande correria, tendo uma aluna desmaiado. Os pais estão sem saber o que fazer, pois as crianças se negam a voltar aos estabelecimentos escolares. Os diretores das escolas negam o fato, mas soube-se que a diretora Cássia, da Escola Estadual foi uma das que correram e não entra mais nos banheiros. Na realidade, ás vezes essa mulher aparece na forma de uma menina, e muitas pessoas afirmam que antes de sua aparição, ouve-se um grito aterrorizante dentro do banheiro. Segundo afirmam os que a viram, ela pede que não lhes sejam tirados as mechas de algodão, e quando alguém resolve fazê-los, imediatamente corre sangue dos órgãos tapados.

 A loura fantasma seria uma mulher falecida há algum tempo vítima de atropelamento. Testemunhas afirmam que a morte da mulher foi devido à falta de socorro.

 Um filho dela teria morrido trancado num banheiro do colégio onde fora posto de castigo por um dia inteiro.

 Sua aparição, dizem, é motivada por um desejo de vingança, tendo ele prometido que matará sete crianças para, então, “descansar”.
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 En los años 70, un fantasma con muy particular característica ganó los titulares. La aparición apareció como una mujer rubia con la boca de algodón, el oído y la nariz. Niños aterrorizados que asisten a los baños públicos o escuelas privadas. ¿Quién era un estudiante en el momento sabemos que la aparición aterradora también estuvo presente en muchas pesadillas ... Aquí está un informe en el Diario de Pernambuco, en agosto de 1978 que representa momentos de pánico causados por "El algodón de las mujeres".

 El fantasma de una mujer rubia con el pelo largo, boca de algodón, las orejas y la nariz, es aterrador a los residentes de los barrios y el Centenario Vila Sao Luiz en Duque de Caxias. De acuerdo con los estudiantes universitarios Ana Laura, calle Mário Reis, y la Escuela de Estado Ireneo Marino, calle Octavio Ascoli, la mujer apareció causando gran carrera, teniendo un estudiante desmayado. Los padres no están seguros de qué hacer, porque los niños se niegan a regresar a las escuelas. Directores de las escuelas niegan el hecho, pero se supo que la Cassia, Escuela de Estado director fue uno que corría y no venir en los baños. De hecho, a veces la mujer aparece como una niña, y muchas personas afirman que antes de su aparición, se oye un grito aterrador en el interior del cuarto de baño. De acuerdo con los que dicen haber visto, se les pide que no debe tomarse las mechas de algodón, y cuando alguien decide hacer de inmediato corre cuerpos cubiertos de sangre.

 El fantasma rubio sería una mujer muerta desde hace tiempo víctima de atropello y fuga. Testigos dijeron que la muerte de la mujer se debió a la falta de socorro.

 Su hijo habría muerto un baño cerrado en el colegio donde fue detenido durante un día entero.

 Su aspecto, dicen, está motivada por un deseo de venganza, y se comprometió a matar a siete hijos, "descanso".


domingo, 9 de junho de 2013

A Viúva Negra do diabo.

-Kyuhyun



 A Viúva era uma mulher enganada no amor, que morreu ao descobrir que seu marido a era infiel. Ela teria então assinado um pacto com o diabo para permanecer eternamente neste mundo e obter sua vingança. Ela costumaria pular nos cavalos de homens solteiros e cavalgar abraçada a eles, e se eles se assustassem, ela os mataria. A única forma de se manter ileso seria carregar um rosário ou um crucifixo, e não ficando assustado. Este mito é tão arraigado na Argentina que a expressão “ser visitado pela Viúva” é um sinônimo para um evento inesperado e desagradável.
 Outras versões sobre a Viúva Negra adicionam um toque especial à sua história de eriçar os cabelos, prometendo uma morte solitária, lenta e dolorosa para os homens impetuosos e infiéis que ela encontra.

~

 A Costa Rica tem um mito similar, conhecido como La Cegua. La Cegua pede carona a homens solitários e infiéis, atraindo-os com sua grande beleza, mas uma vez que ela esteja sobre o cavalo, quando o homem olhar para trás verá que seu rosto é um crânio de cavalo coberto por carne podre, e ela irá morder suas bochechas para marcá-los como infiéis. Contudo, outra versão mostra que o resultado deste encontro pode ser ainda mais grave: todos os homens infiéis morreriam com seus olhos arregalados de medo, e aqueles que não fossem infiéis não perderiam suas vidas, mas se tornariam impotentes para o resto de suas vidas.


Shizuko.

 A lenda é sobre a fantasma de "Shizuko", que apareceu no anime 'Gakkou No Kaidan' (ela tem uma ligeira aparência com Kayako, de O Grito)

 Bom, segundo a lenda, ela é o fantasma de uma mulher que ia se casar, mas foi atropelada e morreu num cruzamento de trem. Passou a fazer coisas horríveis a todos que passam por lá, porque ninguém achou sua aliança. Ela assombra as pessoas, fazendo-as adoecer e quase morrer.

 No folclore japonês, é dito que quando alguém morre num momento de extremo ódio ou mágoa, é criada uma maldição, e quem se deparar com ela será consumido por sua fúria e rancor.

 A lenda tem poucas variações, uns dizem que a mulher morreu afogada em um lago, e voltou atrás de seu assassino; outros que ela é um espírito encarregado de levar as pessoas para penumbra.

 Não é comum escapar dela, pois ela vai te perseguir até levar a loucura. A um relato de uma menina que foi ao lugar onde pessoas dizem ter a visto a tal moça para tirar fotos e provar que não passava de uma lenda. Ela chamou o nome dela 3 vezes e em seguida nada aconteceu. No dia seguinte, ela foi revelar as fotos, e em uma foto que ela tirou de frente para o cruzamento havia uma mão em seu ombro. Depois desta foto, ela caiu na loucura e dizem que esta em um manicômio até hoje.

 A sim, uma forma para evocar Shizuko (que eu nuca vou usar... mas tem louco para tudo não?): Você deve ir ao cruzamento e chamar o nome 3 vezes e tirar fotos, assim ela vai te perseguir.

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El Silbón.

by_uchiha


 El Silbón es un personaje legendario de Venezuela y Colombia, especialmente de Los Llanos; descrito como un alma en pena. La leyenda del Silbón habría surgido a mediados del siglo XIX.

 En las tierras de Guanarito se oyen los aterradores silbidos que espantan hasta al más recio. Cuando se escucha cerca, está lejos, y viceversa. El silbón es la aparición más temida del llano venezolano, un hombre alto y flaco de unos seis metros que fue condenado por su propia madre, luego de haber asesinado a su padre y comido sus vísceras.

 Este hombre sobrenatural carga en su espalda un saco de huesos, y advierte su llegada con el sonido del choque de la osamenta en el costal. Si nadie puede escucharlo, cobrará una víctima al día siguiente.


Los peluches demoníacos de los Pitufos.

by_uchiha


 En los ochentas nuestros padres nos botaron a la basura nuestra colección de peluches de los Pitufos. Al parecer estos peluches azules eran unos demonios que en las noches embrujaban y mataban a los niños. Supongo que por aquella época la película del muñeco Chucky estaba de moda y más de uno se inspiró en esta película para tildar a los pobres Pitufos de demonios. Otros decían que los Pitufos era demoníacos porque representaban a los pecados capitales: pitufo goloso: gula, pitufo perezozo: pereza, pitufo gruñon: ira, pitufina: lujuria. Si alguien tiene un prueba que los peluches y muñecos de los pitufos eran unos demonios que nos comente su caso con pruebas.


A Bruxa de Gwrach-y-Rhibyn.

 O significado do nome Gwrach-y-rhibyn, literalmente é "Bruxa da Bruma" mas o termo mais comun é "Bruxa da Baba". Dizem que se parece com uma velha horrorosa, toda desgrenhada, de nariz arrebitado, olhos penetrantes e dentes semelhantes a presas.

 De braços compridos e dedos com longas garras, tem na corcunda duas asas negras escamosas, coriáceas como a de um morcego. Por mais diferente que ela seja da adorável banshee irlandesa, a Bruxa da Baba do País de Gales lamenta e chora quando cumpre funções semelhantes, prevendo a morte.

 Acredita-se que a medonha aparição sirva de emissária principalmente às antigas famílias galesas.

  Alguns habitantes de Gales até dizem ter visto a cara dessa górgona; outros conhecem a velha agourenta apenas por marcas de garras nas janelas ou por um bater de asas, grandes demais para pertencer a um pássaro. Uma antiga família que teria sido assombrada pela Gwrach-y-rhibyn foi a dos Stardling, do sul de Gales.

 Por setecentos anos, até meados do século XVIII, os Stardling ocuparam o Castelo de São Donato, no litoral de Glamorgan.

 A família acabou por perder a propriedade, mas parece que a Bruxa da Baba continuou associando São Donato aos Stardling. Uma noite, um hóspede do Castelo acordou com o som de uma mulher lamuriando-se e gemendo por baixo da sua janela.

 Olhou para fora, mas a escuridão envolvia tudo. Em seguida ouviu o bater de asas imensas.

 Os misteriosos sons assustaram tanto o visitante que este voltou para cama, não sem antes acender uma lâmpada que ficaria acesa até o amanhecer.

 Na manhã seguinte, indagando se mais alguém havia ouvido tais barulhos, a sua anfitriã confirmou os sons e disse que seriam de uma Gwrach-y-rhibyn que os estava avisando de uma morte na família Stardling.

 Mesmo sem haver um membro da família morando mais no casarão, a velha bruxa continuava a visitar a casa que um dia pertencera aos Stardling.

 Naquele mesmo dia, ficou sabendo-se que o último descendente direto da família estava morto. Curioso, não vos parece...?

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O Acampamento.

#Jeff TK



13 de outubro 20:00

 Os caixões estavam juntos no meio da pequena capela, ninguém acreditava naquilo, tão jovens eles eram.

 Pensar que tudo começou com a ideia de um simples acampamento.

 Algumas pessoas que sabiam onde os jovens haviam ido acampar comentavam sobre a tragédia.

 Será que teria sido o assassino? Não, não podia ser ele, a última morte naquele local havia acontecido a mais de 10 anos e a primeira a mais de 40. Teriam sido os próprios amigos?

 Não, essa era outra ideia a ser descartada. Pablo e Júlio estavam ali, sofrendo, infelizes.

 E se fosse uma assombração?

 Sim, no velório dos jovens haviam pessoas pensando nisso. Tudo isso por que a morte dos garotos havia sido muito misteriosa, nem os próprios pais entendiam o ocorrido.

 Em meio a soluços e lamentações, o velório de Fernando e Augusto prosseguiu.

12 de outubro 22:00

- Cara, foi muito bom ter escolhido esse lugar! Aqui é lindo. Disse Fernando.

- Sim, eu adoro essa sensação de saber que estamos distante da sociedade. Falou Júlio enquanto bebia a sexta lata de cerveja.

- Eu achei que era meio perigoso, mas o lugar está tranquilo. Falou Gustavo.

- Aqui não tem perigo, para esses lados do rio ninguém vem, o máximo que pode acontecer é você se assustar com as capivaras. Disse Fernando sorrindo.

 Os três amigos riram e Pablo seguiu quieto, parecia que algo lhe incomodava. Ele não gostou de ter dado a ideia de acampar naquele lugar, mas depois que havia contado para os amigos que ninguém mais acampava ali devido aos mais de seis assassinatos que haviam ocorrido naquele lugar nos últimos vinte anos, não teve mais escolhas, a história só serviu para consolidar a decisão. Pela manhã eles já tinham pegado a estrada a caminho do Rio das Dores, que ficava a mais de 150 quilômetros de Cachoeiras, a cidade paranaense onde os jovens moravam.

 Aquela era a sétima vez que os amigos iriam acampar juntos e também acabou sendo a última.

- Hey Pablo… Não vai me dizer que tá pensando naquela história?

- Cala boca Júlio! Falou Pablo, pois não queria tocar no assunto novamente.

- Fica frio irmão, esse louco que matou uns por aqui deve estar debaixo da terra já. Ou você acha que tem algum esconderijo aqui perto onde o maluco fica só esperando alguém chegar para ir atrás? Júlio falava dando risadas.

 Enquanto ouvia a conversa dos dois Gustavo imaginou o quão macabro poderia ser se alguma coisa sobrenatural acontecesse, com certeza Pablo morreria do coração. Foi ai que Gustavo sentiu algo em sua perna, olhou rápido para ver o que era, seu coração estava disparado. Acalmou-se após ver que havia derrubado cerveja na calça. Era só isso, cerveja.

 Aquele medo de Gustavo ainda iria desmoraliza-lo na frente dos amigos, mas o jovem não sabia o que fazer, já tinha procurado ajuda e mesmo assim nunca conseguira perder sua fobia. Pelo menos ele se sentia bem por não temer o sobrenatural e a violência como era o caso de seu amigo Pablo. Guto não tinha medo de gente morta e muito menos de gente viva, seu medo era outro e ele tentava manter o mesmo em segredo.

 Mesmo com a noite era fria, a conversa e a bebedeira continuavam firmes. 

13 de outubro – 02:00

 Os amigos resolveram ir dormir. Já tinham bebido demais, conversado demais e o cansaço era forte.

 Quando o sol raiasse eles teriam muitas coisas para fazer, queriam explorar um pouco, pescar, assar carne. Sabiam que naquele momento, ir dormir era o melhor. 

 Haviam trazido duas barracas. Em uma delas ficou Júlio e Pablo, na outra Guto e Fernando. 

 Júlio e Pablo dormiram rápido, Pablo dormiu por que não queria ficar acordado na escuridão e Júlio por que era o que estava mais bêbado dos quatro amigos. Já Guto e Fernando não tiveram uma noite tão boa assim. 

 Gustavo se arrumou, olhou em voltar para ver se estava bem protegido e antes de entrar debaixo de suas cobertas pediu para que Fernando fechasse bem a barraca.

 Fernando não estava tão mal quanto Júlio, mas devido ao que tinha bebido deixou uma fresta na porta da barraca, pois zíper emperrou e o jovem não conseguiu fechar. Achou que Guto não ia ligar para aquela pequena abertura.

 Depois de poucos minutos os dois estavam dormindo.

13 de outubro – 03:00

 Guto acordou, teve um pesadelo. Um pesadelo onde ele encontrava todos mortos, todos haviam sido vítimas de assassino do rio. No sonho a cena era horrível. As barracas estavam destruídas, Fernando pendia ao seu lado com a barriga aberta, tripas dominavam todo o chão onde eles haviam se deitado para dormir. Guto não aguentava a cena, vomitava e ia atrás de Júlio e Pablo.

 Na outra barraca ele encontrava Pablo sem a cabeça e Júlio totalmente mutilado. Desesperado o jovem Gustavo não sabia o que fazer, então ele ouvia uma risada e quando olhava para a direção do medonho som, via o assassino.

 Na verdade o que ele via era a forma de um homem, pois o mesmo se encontrava próximo a algumas arvores e lá era só escuridão. Guto notou que o homem segurava algo em uma das mãos, era a cabeça de Pablo.

 Então ele ouviu o monstro dizer:

- Você é o próximo.

 Guto pegou seu celular e tentou ligar para a polícia, mas o aparelho estava sem sinal. Com coragem ele procura por algo no chão e encontra um grande pedaço de madeira. Se arma e vai em direção ao assassino, pouco importava se ele era humano ou não, Gustavo queria vingar a morte dos amigos.

 O assassino entende a investida e também começa a avançar. Gustavo já se preparava para acertar o homem, quando tem uma surpresa. A luz da lua ilumina a cara do monstro e nesse momento o rapaz vê a identidade do assassino. O monstro que havia matado todos os seus amigos, era ele mesmo.

 Foi depois disso que o jovem abriu os olhos e agradeceu por tudo aquilo ter sido apenas um pesadelo. Gustavo encarou o teto da barraca, tentando entender o porquê de ter sonhado aquilo.

 De repente ouve um barulho e quando olha para o lado vê uma cena horrível. Fernando dormia de boca aberta e nem percebia o que estava acontecendo com ele.

 O corpo de Gustavo paralisa, sua fobia toma conta. Seu maior pesadelo começa agora na realidade.

Ele corre os olhos pela barraca sabendo que pode haver mais delas espalhadas por ali, e então sente que há algo em seu peito, nesse momento ele mija nas calças.

Consegue mexer a cabeça para verificar se sua intuição está correta e quando olha para baixo na direção de sua barriga acaba encarando o seu maior medo. 

 A aranha era preta e gigante, Gustavo conseguia ver os olhos da maldita. Olhos vermelhos, olhos de fome. A Aranha continuou avançando na direção de Guto e então o jovem sentiu que outra caminhava por uma de suas orelhas. A sensação de sentir aqueles bichos era horrível, o jovem nunca tinha visto aranhas tão grandes. Elas eram peludas e pesadas, caminhavam pelo corpo dos dois jovens lentamente, como se não estivessem com pressa para se alimentar. 

 Gustavo acabou morrendo do coração, o medo foi tão forte que lhe causou uma parada cardíaca. Morreu devido ao seu grande segredo. O rapaz desde de pequeno sofria de Aracnofobia.

 Já Fernando morreu dormindo, após três grandes aranhas entrarem em sua boca e obstruírem a passagem do ar. Se ele pudesse voltar no tempo, com certeza não teria dormido de boca aberta.


13 de outubro – 09:00 da manhã.

- O que nós vamos fazer? Gritava Pablo desesperado.

- Vamos chamar as autoridades, uma ambulância! É isso que vamos fazer! Respondeu Júlio.

- Cara, como nós vamos explicar essa merda? Já parou para pensar que podem achar que foi a gente que fez isso? Pablo estava desesperado, se estivesse sozinho ali o jovem provavelmente já teria feito uma burrada.


- Fica calmo velho, a gente não teve culpa, nós nem sabemos o que foi que aconteceu.

- Lembra daquela merda que eu contei para vocês? Da tal lenda, lembra?

- Não fode Pablo! Você não ta vendo o que aconteceu? Os dois estão mortos! Isso é sério, como diabos você vem me fala em lenda!

- Mas é verdade cara, esse lugar é maldito! Nunca a gente deveria ter vindo aqui, nunca! Vamos embora!

- E abandonar os caras? Porra quando o Nando falava que você era o mais pilantra eu não acreditava! A gente precisava resolver isso, eu vou chamar a polícia.

 Júlio pegou o celular e discou, na primeira a ligação não deu certo, ali o sinal era baixo. Na segunda tentativa um policial atendeu e Júlio lhe contou o que havia acontecido e onde eles estavam, desligou o telefone e olhou para Pablo que com a cabeça encostada em uma arvore tentava se acalmar.

- Eles estão à caminho, disseram que provavelmente vai levar uma hora para chegar, uma ambulância está vindo junto.

- Vai dar merda cara… O que a gente vai falar pros pais do Guto e pra mãe do Fernando!?

- Eu não sei. Respondeu Júlio.

 Realmente o jovem de dezoito anos não sabia como iria explicar a tragédia que havia acontecido. Da noite para o dia, dois de seus melhores amigos haviam morrido. Gustavo e Fernando, mortos dentro de uma barraca.

 Fernando estava com a cara roxa, boca aberta, olhos esbugalhados e vermelhos. Guto apenas pálido, olhos abertos, cara de assustado.

 Sem nenhum arranhão e com a barraca praticamente fechada. Os amigos de Júlio e Pablo estavam mortos.

sábado, 1 de junho de 2013

Aokigahara, Japão

~Kyuhyun


 Conhecida como “O Mar de Árvores”, a floresta de Aokigahara é considerada o lugar mais mal assombrado do Japão, isso porque são achados em média 30 corpos por ano lá. É simplesmente um lugar onde as pessoas costumam cometer suicídio e as autoridades são desesperadas com isso porque não se tem o que fazer, não dá pra proibir as pessoas pra entrarem na floresta e algumas fingem que só vão dar um passeio, mas nunca mais voltam.
 Há muitos avisos colados pela floreta, placas como "Por favor reconsidere" ou "Existe outra saída" e várias outras frases para tentar convencer as pessoas a não se matarem. A maioria é encontrada pendurada, pois enforcamento é a forma mais comum. Como pessoas que trabalham na floresta, existe a possibilidade da pessoa achar um corpo, as variações dos estados de decomposição são muitas e alguns são achados com partes dos corpos comidas por animais. Existem cavernas congeladas que o gelo não derrete nem durante o verão, tem lendas sobre terem gigantescas quantidades de ferro dentro dessas cavernas e isso faz com que as bússolas e GPS não funcionem, fazendo assim com que a pessoa se perca lá dentro e acabe cometendo o suicídio, porém é só uma lenda. 
 Também dizem que são vistos espíritos lá dentro e outras criaturas, algumas pessoas mais religiosas, creem que as árvores do lugar são carregadas de energia negativa devido a tantas mortes. Em 1998 foram encontrados 73 corpos na floresta e em 2002 foram 78 corpos!
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 Conocido como "El Mar de Árboles", el bosque de Aokigahara es considerado el lugar más frecuentado en Japón, por lo que se encuentran, en promedio, 30 cuerpos de un año allí. Es simplemente un lugar donde la gente a menudo se suicidan y las autoridades están desesperadas con esto porque usted no tiene que hacer, no se puede prohibir a la gente a entrar en el bosque y algunos pretenden que sólo se va a dar un paseo, pero nunca regresó.
  Hay muchas advertencias pegadas por las juntas de Floreta como "Por favor, reconsidere" o "Hay otra salida" y varias otras frases para tratar de convencer a la gente a no quitarse la vida. La mayoría se encuentran colgando colgando porque es la forma más común. Como las personas que trabajan en el bosque, es posible encontrar el cuerpo de una persona, los cambios de estados de descomposición son muchos y se encuentran en algunas partes del cuerpo que comen los animales. Hay cuevas de hielo congelada que no se funde o durante el verano, tienen leyendas sobre grandes cantidades de hierro dentro de las cuevas y esto hace que las brújulas y GPS no funcionan, por lo que la persona se pierda en allí y terminan cometiendo suicidio, pero es sólo una leyenda.
  También dicen que los espíritus se ven en el interior y otras criaturas, algunas personas más religiosas, creen que los árboles se cargan desde el lugar de la energía negativa debido a tantas muertes. En 1998, 73 cuerpos fueron encontrados en el bosque y en el 2002 había 78 cuerpos!

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Praia de Changi, em Singapura

~Kyuhyun


 A praia de Changi serviu como um espaço popular para matar os japoneses durante o massacre Sook Ching na Segunda Guerra Mundial. Desde então são relatados estranho choros e gritos no local. Os chineses mortos às vezes são vistos voando por toda parte e corpos sem cabeça já foram avistados caminhando ao redor da praia. A coisa mais assustadora é que os fantasmas deixam manchas de sangue. Durante a noite as pessoas observam os buracos escavados que aparecem como se fossem utilizados para enterrar corpos.
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 La playa de Changi sirvió como un espacio popular para matar a los japoneses durante la masacre de Sook Ching en la Segunda Guerra Mundial. Desde entonces se reportan extraños gritos y gritos en el sitio. Los muertos chinos se ven a veces volando por todas partes y cuerpos decapitados han sido vistos paseando por la playa. Lo más espantoso es que los fantasmas salen manchas de sangre. Durante la noche la gente observe los cavado agujeros que aparecen como si se utilizaron para enterrar cuerpos.

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O Túnel Screaming, Warner Road

~Kyuhyun


 Uma lenda local conta que o túnel é assombrado pelo fantasma de uma jovem que, depois de escapar de um prédio próximo à fazenda queima sua roupa em seu corpo, morrendo dentro dos muros do túnel. Diversas variantes da lenda existem no local, tem uma versão da menina incendiada por seu pai furioso depois que ele perde a guarda de seus filhos após um divórcio desagradável. Outra fala de uma jovem ter sido estuprada dentro do túnel e seu corpo queimado para evitar que qualquer evidência fosse encontrada. Todas as variantes envolvem uma alegação de que um fósforo riscado no recesso do túnel irá produzir o som da jovem morrendo e seus gritos, este fenômeno é, supostamente, a origem do nome do túnel.
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 Una leyenda local dice que el túnel es perseguido por el fantasma de una mujer joven que, después de escapar de un edificio cerca de la granja quema su ropa en su cuerpo, muriendo en el interior de las paredes del túnel. Varias variantes de la leyenda están en su lugar, tiene una versión femenina en llamas por su padre furioso cada vez que pierde la custodia de sus hijos después de un divorcio desagradable. Otro habla de una chica joven que es violada en el interior del túnel y su cuerpo quemado para evitar cualquier evidencia fue encontrada. Todas las variantes incluyen la afirmación de que un partido golpeado en el hueco del túnel va a producir el sonido de sus gritos y morir joven, este fenómeno es supuestamente el origen del nombre del túnel.


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domingo, 26 de maio de 2013

O ator e o filho do presidente

 No século 19, Edwin Booth era considerado o melhor ator dos Estados Unidos.
 Sua fama era lendária e há uma estátua dele no Gramerey Park, em Manhattan nos EUA.
 Na sua época, Edwin era tão famoso quanto George Clooney atualmente, tão alinhado quanto Clive Owen, tão desejado quanto Johnny Deep e tão inspirado quanto Josh Brolin. Chegava até a ser parecido com Robert De Niro. Porém algo mais...


- O que é estranho

 Edwin Booth realizou um ato heroico que, em outras circunstâncias, o teria levado aos livros de História.
 Aconteceu durante a Guera de Secessão americana, numa estação de trem em Jersey City. De acordo com o rapaz que Edwin Booth salvou,
o incidente ocorreu quando na confusão, a mutidão amontoada o empurrou para fora da plataforma. 

"Perdi o apoio dos pés", escreveu o rapaz, "e caí no vazio, e estava totalmente indefeso, quando a gola do meu paletó foi agarrada com força e fui logo puxado de volta para a segurança da plataforma. quando me virei para agradecer ao meu salvador, vi que era Edwin Booth".

- O que é ainda mais estranho.

 Após 15 dias, Booth recebeu uma carta de congratulações de um oficial do estado-maior do general Ulysses S. Grant. O rapaz que  Edwin Booth salvara era, na verdade, Robert Todd Lincoln, filho do presidente Abraham Lincoln.
 Esse ato de heroísmo seria a ligação única e improvável entre as famílias Booth e Lincoln se John Wilkes, irmão de Edwin, não atirasse e matasse o presidente Lincoln, vários meses depois.
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 En el siglo 19, Edwin Booth fue considerado como el mejor actor en los Estados Unidos.
 Su fama era legendaria y hay una estatua de él en Gramerey Park en Manhattan en los EE.UU..
 En su tiempo, Edwin era tan famoso como George Clooney actualmente. alineado como Clive Owen, deseado como Johnny Deep y tan inspirado como Josh Brolin. Llegó a ser como Robert De Niro. Pero hay algo más ...


- Lo que es extraño.

 Edwin realizó un acto heroico que, en otras circunstancias, le habría llevado a los libros de historia.
 Sucedió durante la Guera Civil Americana, una estación de tren en Jersey City. De acuerdo con el chico que salvó a Edwin, el incidente se produjo cuando la confusión, mutidao colmada empujado fuera de la plataforma. 
 "Hay perdido el apoyo de los pies", escribió lo chico", y cayó en el vacío, y estaba totalmente indefenso, cuando mi cuello de la chaqueta se agarró fuertemente y luego fue recogido en la seguridad de la plataforma. cuando me di la vuelta para agradecer a mi salvador, vi que era Edwin".

- Lo que es mas extraño.

 Después de 15 días, Booth recibió una carta de felicitación de un oficial del estado mayor del general Ulises S. Grant. El niño que Edwin salvó fue en realidad Robert Todd Lincoln, hijo del presidente Abraham Lincoln.
 Este acto de heroísmo sería el único vínculo improbable entre las familias Booth y Lincoln, era John Wilkes, hermano de Edwin, no disparar y matar al presidente Lincoln, después de varios meses.

Edwin Booth
Salvador do filho do presidente Lincoln
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John Wilkes Booth
Assassino do presidente Lincoln
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Vídeo relacionado / Vídeo relacionado:


quarta-feira, 22 de maio de 2013

Cão da Segunda Guerra morto, aparece em base aérea

 Uma equipe de investigadores paranormais alegou ter feito contato com o espírito de um cão de propriedade de Guy Gibson, o piloto heroico que liderou os ataques Dambusters durante a Segunda Guerra Mundial.

 Gibson liderou o ataque dos Dambusters em 1943, de sua base da RAF em Scampton, perto de Lincoln, poucas horas depois que seu labrador preto, chamado Nigger, foi atropelado e morto. Antes de ir para as Barragens do Ruhr, Gibson deixou instruções para que seu fiel companheiro fosse enterrado em frente ao seu escritório ao lado do hangar do esquadrão.

Labrador Nigger (ao centro) junto ao pelotão.
(clique na imagem para ampliá-la)

 Mas uma lenda surgiu após vários relatos de avistamentos de um cachorro preto visto ao redor da base aérea após a sua morte. Seu antigo escritório, que está vazio por mais de meio século, agora faz parte do Museu Histórico Scampton da RAF, perto de Lincoln, Lincs.

 Com uma permissão especial para demarcar a base operacional, os investigadores paranormais iniciaram uma investigação para descobrir se o espectro do cão ainda poderia ser detectado por um equipamento eletrónico.

 Paul Drake, o principal investigador, foi inspirado por uma fotografia que mostra um misterioso cão preto em 1987, na abertura de um memorial da Segunda Guerra Mundial na aldeia vizinha de Woodhall Spa.

 "Eu vi uma foto que tinha um cão, que o fotógrafo disse que apareceu do nada e recusou-se a ser enxotado quando foi tirada. Assim que a foto foi tirada, o cão desapareceu, para nunca mais ser visto novamente".

Fotografia tirada em 1987. Note ao centro a figura de um cão 
escuro. Acredita-se que o cão seria a aparição do
labrador Nigger.
(clique na imagem para ampliá-la)


"Isso permaneceu no fundo da minha mente por alguns anos", disse Drake, 49, um engenheiro de computação e fundador da Lincs Paranormal.

"Depois que eu vi a foto entrei em contato com a RAF de Scampton para ver se poderíamos fazer uma investigação. Eu nunca sonhei que eles diriam "sim", pois ainda é uma base operacional e tudo tem que passar pelo comandante".

"Mas eles têm sido absolutamente brilhantes e nos acolheram de braços abertos."
"O equipamento que usamos para medir o campo eletromagnético em um edifício é muito sensível, e cada vez que entramos no escritório de Guy Gibson, temos obtido uma reação”.
"Quando fazemos a pergunta ‘você está aí?", O medidor sempre sobe".

"Um dos nossos investigadores sentiu um local frio e quando medimos, ele tinha dezoito polegadas, que é o tamanho de um cão".

"O curador do museu nos disse que ele sentiu durante anos uma presença que o seguia e ele definitivamente sente que é um cão".

 Uma investigadora que passou a noite na base, no mês passado chegou a afirmar que ouviu um cão rosnar quando entrou no antigo escritório de Gibson.

"Eu definitivamente ouvi o rosnar de um cão", disse Michelle Clements, 45. "Três de nós ouvimos e todos nós concordamos que era um cão. "Foi realmente um rosnado baixo. Parecia que ele estava nos avisando para ficar longe".

 A investigadora paranormal, Michelle Clements, acrescentou: "Nós estamos procurando o espírito de Guy Gibson, mas tem havido um monte de coisas relacionadas ao seu cão."

 O nome do labrador preto de Gibson foi usado como uma palavra de código sempre que uma das Barragens do Ruhr na Alemanha era bombardeada durante a perigosa missão noturna em maio de 1943, imortalizada no filme de 1954 estrelado por Richard Todd.

 O primeiro avistamento de um cão descrito como Nigger, foi em fevereiro de 1952, quando um garçom que trabalhava na RAF em Scampton, relatou ter visto o "fantasma" de um cão preto na base.
Jim Shortland, um historiador que se especializou nos ataques Dambuster, disse que estava cético quanto ao paranormal, mas congratulou-se com a investigação.

"O que eles esperam encontrar não sei", disse o Sr. Shortland.

"Mas acho que qualquer coisa que ajude a manter a memória das coisas que os rapazes fizeram na Segunda Guerra Mundial é uma coisa boa."

 Shortland disse que o local exato do túmulo do cão é desconhecido, mas se pensa que está perto do ex-escritório de Guy Gibson ao lado do hangar do Esquadrão 617.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Contos Curtos de Terror – Me dê a sua mão

 Uma menina decidiu dormir na casa de sua amiga após a escola. Elas se divertiram bastante, jogando, dando risadas e até que decidiram se entreter contando histórias de terror. Uma assustou tanto a outra que as duas decidiram parar pois estavam bastante aterrorizadas. 

 As meninas foram dormir no mesmo quarto, mas em camas separadas, pois um dos móveis estava livre devido a morte da irmã de uma delas ocorrida em um acidente fazia alguns meses.

 As meninas se encolhiam nas camas, apavoradas pelas histórias que haviam contado e uma tempestade piorou tudo. Trovões fazem barulhos assustadores, os relâmpagos iluminavam o quarto fazendo sombras grotescas. Elas tremiam até que uma delas falou:

- Por favor me dê sua mão, eu estou morrendo de medo...

 Ambas esticaram os braços para se sentirem mais confortadas e protegidas. De mãos dadas o medo pareceu desaparecer e elas acabaram caindo no sono.

 Na manhã seguinte elas acordaram normalmente, o tempo estava melhor e um bonito sol havia nascido. Antes de ir para a rua brincar, as garotas tomavam café da manhã e lembravam do pavor que sentiram na noite anterior.

- Que bom que você me deu sua mão na noite passada, eu estava morrendo de medo. – disse uma delas.

- Obrigada você também. Eu estava tão assustada quanto você. – respondeu a outra.

 A mãe que partilhava a mesa ouviu a conversa e perguntou se elas haviam mudado as camas de lugar, pois como eram muito distantes seria impossível elas conseguirem apertar as mãos enquanto estavam deitadas.

 As duas amigas ficaram confusas e foram até o quarto. Ambas sentiram um calafrio na espinha quando verificaram que por mais que esticassem seus braços não conseguiriam tocar suas mãos...

 Ao que parece, naquela noite de tempestade, não eram somente os vivos que estavam com medo...




segunda-feira, 13 de maio de 2013

Os bonecos malditos

#Madness


 Essa história tem várias versões, alguns dizem que a boneca da Xuxa era amaldiçoada e que à noite ela ganhava vida e matava as criancinhas (há também quem diga que ao invés de matar as crianças, a boneca fazia com que elas matassem seus pais). Outros dizem que o boneco do Fofão vinha com uma adaga (ou uma vela negra, ou ainda um revólver) dentro dele.

 Algumas versões mais estendidas diziam que esses bonecos eram fabricados por uma seita satânica e que essa seita os “carregava” com energias “demoníacas” para levar as crianças para o “mal”. Foram tantas versões sobre o assunto que chegaram a chamar os inocentes brinquedos de Caixas de Pandora.


(clique na imagem para ampliá-la)